Hemingway

No verão de 1975 descobri Hemingway. Passávamos as férias numa casa alugada em Mongaguá e uma edição com uma história de Hemingway com o personagem Nick Adams apareceu por ali. Acho que era um brinde na compra de uma revista. Realidade? Enfim, li e reli a história e hoje estou relendo O velho e o mar (leitura do mês para o grupo de leitura que frequento). Uma espécie de memória proustiana me levou de volta a dias de calor, muito mar,  muita leitura e muita imaginação solta. E reconheço a beleza, fluidez e precisão da prosa de Hemingway. Logo depois descobri F. Scott Fitzgerald em Suave era a noite.  Que bom que voltei a ter meus livros como companhia nesse momento de minha vida. É como voltar a ser adolescente.

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