O tempo do gato

Gatos vivem seus tempos de uma maneira  intrusiva muito peculiar no tempo dos outros – diferentemente de cães e algumas pessoas. Sim, sentei na poltrona com o laptop no colo (onde mais) para escrever um post antes do final do ano e Molly  resolveu que era hora de seu colo, embora eu esteja em casa há várias horas sem fazer nada. E Franny decidiu que era hora de saltar de uma mesa para a poltrona. Elas são intensivas? Não, elas me lembram que certas intrusões vêm a calhar e podem ser inspiradoras. Post meloso de final de ano? Pode ser, mas prefiro acreditar que Franny e Molly estão forçando a minha (mais do que adiada) observação da serendipity em minha vida.

Serendipity pode ser explicada como a capacidade de descobrir coisas sem partir para essa busca. O termo foi cunhado por Horace Walpole e o aprendi em 2004, mas só agora tenho refletido seriamente sobre essa habilidade. Era o que eu mais queria fazer em 2017. Se você sabe usar a serendipity não há tempo perdido e não há culpa pelo tempo perdido. Você não controla o tempo e ele não te controla. Você o vive de outra maneira.

Esse é o verdadeiro pulo do gato.

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