Na sala com Zélia

  
Não sei se todos os intérpretes, por mais longa que seja a carreira ou maior seja o grau de extroversão, se portariam tão na sua sala de estar como Zélia Duncan ontem no Sesc Pompeia.

Trata-se de um show e como tal tem uma playlist definida, no caso pela temática: o que influenciou e contribuiu para a formação do artista. A playlist de Zélia é eclética e lírica como ela. Senti falta de Itamar Assumpção, mas ela explicou o porquê de não poder colocar naquele momento toda a inspiração que teve ao conviver com a geração anos 80 da cena musical paulistana. Esqueci a explicação porque ela cantou duas músicas da Rita Lee e, pra uma paulistana que se preze, isso já basta.

O que não basta é esse show se realizar somente em três dias (o último é hoje) e não virar CD.

Ou será que vira?

Ps: nunca tinha ouvido alguém cantar Down em mim e Bilhetinho azul do Barão Vermelho com toda a ressonância que essas canções possibilitam.

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