Sonhos no café-da-manhã

Tomo o café-da-manhã e leio os jornais de domingo. Quando era criança domingo era dia de tomar o café na cama de meus pais. Nós quatro, café, chocolate e pão com manteiga. E os jornais. Hoje leio relatos cada vez mais assustadores sobre a corrupção. O leite azeda na boca, o café fica ácido e a perspectiva de um domingo tranquilo se reduz a uma frestinha num muro enorme. A corrupção no nível que vivemos corroi partidos, instituições, ideologias, crenças, paz de espírito e sonhos. 

Domingo não é o dia do descanso. É o dia do sonho, porque o trabalhador tem sua mente  só para ele. Hoje nem isso.  

 

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